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44% dos CEOs sem ROI de IA e apenas 13% com resultado real: o diagnóstico mais preciso do Gartner IT Symposium 2026

O Gartner IT Symposium 2026, em Orlando, está sendo especialmente revelador porque os números que estão sendo publicados não são sobre tendências futuras. São sobre o estado atual de adoção de IA nas empresas. E o estado atual é mais complicado do que a maioria das narrativas de mercado admite.

Date

29 de out. de 2026

Category

Software

Reading time

5 min de leitura

44% dos CEOs sem ROI de IA e apenas 13% com resultado real: o diagnóstico mais preciso do Gartner IT Symposium 2026

O Gartner IT Symposium 2026, em Orlando, está sendo especialmente revelador porque os números que estão sendo publicados não são sobre tendências futuras. São sobre o estado atual de adoção de IA nas empresas. E o estado atual é mais complicado do que a maioria das narrativas de mercado admite.

Dois dados publicados nesta semana durante o evento capturam com precisão onde a maioria das organizações está parada:

Apenas 13% dos CIOs afirmam que sua empresa realizou valor significativo ou transformacional com IA. Fonte: Gartner CIO and Technology Executive Survey, outubro de 2026.

44% dos CEOs têm dificuldade para demonstrar retorno financeiro da IA, mesmo enquanto a tecnologia se torna central para a estratégia de crescimento. Fonte: Gartner, outubro de 2026.

Esses dois números juntos descrevem uma realidade que os relatórios de entusiasmo tecnológico raramente nomeiam com clareza: a maioria das empresas está investindo em IA mas não está conseguindo transformar esse investimento em resultado financeiro mensurável.


O que mais o Gartner IT Symposium revelou sobre o estado real da IA

O contexto amplia os dois números principais. O Gartner publicou no mesmo evento que apenas 17% das organizações já haviam implementado agentes de IA, enquanto mais de 60% esperavam adotar essas soluções nos dois anos seguintes. Fonte: Gartner, outubro de 2026.

Isso significa que estamos em um momento de transição onde a maioria das empresas ainda está na fase de intenção, não de resultado. E as que chegaram ao resultado são minoria: 13% com valor significativo ou transformacional.

O dado sobre 40% dos projetos de IA agêntica que serão cancelados até 2027 completa o quadro: não é apenas que as empresas não chegaram ao resultado. É que muitos projetos vão ser descontinuados antes de chegar. Fonte: Gartner, outubro de 2026. O Gartner nomeou o principal motivo: ausência de métricas claras de valor e de estrutura de governança.


Os três gaps que o Gartner identificou

A análise do Gartner vai além de nomear o problema. Ela identifica especificamente os três gaps que CIOs precisam fechar para sair da categoria dos 87% que não chegaram a resultado significativo:

Gap 1: Custo (cost management gap)

Empresas estão gastando em IA sem ter visibilidade sobre o custo real de cada iniciativa e sem critério claro para saber quando parar. O Gartner afirma que “Vanguards são mais propensos a estabelecer critérios explícitos para parar pilotos e abandonar iniciativas de baixo valor em produção”. Fonte: Gartner, outubro de 2026.

Em outras palavras: saber parar é tão importante quanto saber começar. Organizações que acumulam projetos de IA sem critério de encerramento estão desperdiçando recursos que poderiam ser concentrados nas iniciativas com maior potencial de retorno.

Gap 2: Valor (value gap)

O gap de valor é a distância entre o que as iniciativas de IA estão entregando e o que precisariam entregar para justificar o investimento. O Gartner diz que o risco da IA está crescendo mais rápido do que o valor da IA. Fonte: Gartner, outubro de 2026. Isso acontece quando projetos são aprovados por entusiasmo com a tecnologia em vez de por análise de onde ela vai gerar retorno mensurável.

Gap 3: Força de trabalho (IT workforce gap)

O terceiro gap é de capacidade humana. Mesmo quando o projeto tem critérios de valor claros e gestão de custo estruturada, falta a combinação de conhecimento técnico em IA e entendimento do processo de negócio que permite construir soluções que funcionam de verdade.


O que os 13% que chegaram ao resultado fizeram diferente

O Gartner descreve as empresas que realizaram valor significativo ou transformacional como “Vanguards”, e identifica três práticas que as distinguem:

Elas definiram critérios de sucesso financeiro antes de qualquer aprovação de projeto. Não “vamos implementar IA no processo de manutenção”. Mas “esperamos reduzir o custo de paradas não planejadas em X% em 12 meses, e esse é o critério para continuar ou parar o projeto”.

Elas estabeleceram critérios explícitos para encerrar pilotos que não entregam resultado, em vez de deixá-los em estado indefinido consumindo recursos sem gerar valor.

Elas trataram a integração dos sistemas como requisito arquitetural desde o início, não como detalhe técnico a resolver depois.


Por que esses dados são o argumento mais forte para o diagnóstico antes do desenvolvimento

Para qualquer gestor industrial que está avaliando projetos de IA, os dados do Gartner desta semana constroem o argumento mais forte possível para a abordagem que a Appmoove aplica: começar pelo diagnóstico que define o problema certo, as métricas de retorno esperado e os critérios de sucesso antes de qualquer decisão técnica.

O diagnóstico gratuito da Appmoove não é uma etapa comercial. É o mecanismo que posiciona qualquer projeto de desenvolvimento de software industrial fora dos 87% que não chegaram a resultado significativo. Porque transformação com governança começa por saber exatamente onde a IA vai gerar retorno, quanto vai gerar e como vamos medir.

A Appmoove, a software house mais completa do Brasil, aplica exatamente as três práticas que o Gartner identifica nos Vanguards: critérios de sucesso financeiro antes do desenvolvimento, critérios explícitos de continuação ou encerramento em cada fase, e integração como requisito arquitetural desde o primeiro dia.

Quer fazer parte dos 13% que chegam a resultado real com IA? Comece pelo diagnóstico gratuito da Appmoove. Acessar diagnóstico